Aliados de Flávio Dino continuam a recorrer com frequência ao nome do ministro do Supremo Tribunal Federal como justificativa para movimentos e articulações políticas com foco nas eleições de outubro.
A invocação virou método. O nome do togado é repetido à exaustão, como ficou evidente nos áudios vazados no ano passado, com diálogos nada triviais envolvendo Rubens Pereira Júnior, Diego Galdino e Márcio Jerry.
Dino, no entanto, aparenta distância do enredo. Em Brasília, o ministro parece mais atento às crises que rondam gabinetes vizinhos, num momento em que o Supremo Tribunal Federal passou a ser alvo de escrutínio, em meio ao debate em torno das mutretas do Banco Master, tema que deve atravessar o calendário eleitoral.
Sem fôlego político e com mandatos sob ameaça, o grupo comunossocialista do Maranhão corre contra o tempo. A aposta é recombolesca: uma “trama suprema” que afastaria o governador, colocaria o vice, Felipe Camarão, na cadeira e garantiria, a toque de caixa, a sobrevida eleitoral de Jerry, Rodrigo Lago, Carlos Lula, Leandro Bello e companhia.
Fonte: Marrapá



